Edinho Perlin é um apaixonado pelo nativismo desde criança. Mas por conta de uma surpresa do destino, a música gaúcha se tornou bem mais que um hobby em sua vida. Formado academicamente como farmacêutico bioquímico, com o tempo fez pós-graduação em Administração Hospitalar, Terapia Floral, Locutor de rádio e Apresentador de televisão, Acupunturista, entre outras atividades informais. 

Toda essa carga de trabalho acabou por deixar hospitalizado e um erro médico agravou seu caso. Após ser hospitalizado e ter complicações que o deixaram com problema em uma das pernas, Edinho Perlin, perdeu um pouco do entusiasmo de outrora. 

Por um tempo, a depressão ficou no lugar da disposição que o gabrielense tinha, tanto profissional como social. Então, com a ajuda da música gaudéria, resolveu se reerguer e transformar a experiência em arte.– Eu era uma pessoa muito ativa. Depois do problema que tive, a música foi um resgate da alegria de viver – conta Edinho. Não é de hoje, que a arte serve como ferramenta de inclusão e ressocialização, esse relato fortalece o que tem sido pesquisado e utilizado. 

A música, o teatro, as artes visuais, a literatura e o cinema são comprovadamente instrumentos que ajudam muita gente a retomar a auto-estima e tocar a vida adiante. Foi exatamente esse tipo de situação que Edinho vivenciou. O resultado prático dessa experiência foram dois discos: O primeiro é Silhuetas do Campo (2006) e, o segundo, Acordes Pamperos (2009). 

O registro mais recente traz letras mais reflexivas e otimistas que o anterior, que teve uma temática mais autobiográfica, falando das dificuldades pelas quais Edinho passou. Para que a sonoridade do disco estivesse de acordo com a proposta das composições, com um clima mais para cima, o cantor usou ritmos como chamamé, xote, vanera e milonga. 

Além disso, contou com os préstimos de músicos respeitados dentro da música regionalista, como Nielsen Santos (cordeona botoneira e pandeiro) e Marcello Caminha (violões e contrabaixo), que também produziu o álbum. Já Silhuetas do Campo contou com a produção do conterrâneo Rogério Melo, integrante de um dos grupos mais celebrados da música nativista da atualidade: César Oliveira e Rogério Melo. (Homero Pivotto).

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